quinta-feira, 25 de novembro de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Os convocados de Dunga para as eliminatórias da Copa de 2010

O técnico Dunga anunciou nesta quinta-feira a lista de 22 jogadores que defenderão o Brasil nas primeiras partidas das Eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2010
Confira os 22 convocados para as duas primeiras partidas diante da Colombia (14/10) e Equador (17/10).
Goleiros: Doni (Roma-ITA) e Júlio Cesar (Inter de Milão-ITA)
Laterais: Maicon (Inter de Milão-ITA), Daniel Alves (Sevilla-ESP), Gilberto (Hertha Berlim-ALE) e Kléber (Santos)
Zagueiros: Juan (Roma-ITA), Alex (Chelsea-ING), Lúcio (Bayern de Munique-ALE) e Alex Silva (São Paulo)
Volantes: Mineiro (Hertha Berlim-ALE), Gilberto Silva (Arsenal-ING), Fernando (Bordeaux-FRA) e Josué (Wolfsburg-ALE)
Meias: Elano (Manchester City-ING), Diego (Werder Bremen-ALE), Ronaldinho Gaúcho ( Barcelona-ESP), Júlio Baptista (Real Madrid-ESP) e Kaká (Milan-ITA)
Atacantes: Robinho (Real Madrid-ESP), Vágner Love (CSKA-RUS) e Afonso (Heerenveen-HOL)
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

A África do Sul escolheu um dos animais de sua rica fauna para ser o mascote da Copa-2010. O leopardo Zakumi se apresenta com corpo amarelo e cabelo verde. Segundo o criador Andries Odendaal, trata-se de um “disfarce” para que o felino possa se esconder no gramado. As cores também fazem menção ao uniforme da seleção dona da casa.
Lançado em setembro de 2008, Zakumi “nasceu” em 1994 – ano no qual a África do Sul começou a viver na democracia e deixou para trás o apartheid. O mascote 'comemora aniversário' no dia 16 de junho, Dia da Juventude no país.
O nome do leopardo se baseou nos termos “za”, de “África do Sul” (em um dos idiomas locais), e “kumi”, que em diferentes línguas africanas significa “dez”. O termo pode ser interpretado como “vem aqui” em algumas línguas africanas. Segundo seus criadores, Zakumi possui “espírito aventureiro, espontaneidade e muita energia” para animar os torcedores.
Brasil jogará contra a Irlanda em Londres 02 Março 2010
Depois de a Federação Irlandesa de Futebol ter anunciado o encontrou no final do ano passado, nesta sexta-feira, a Kentaro, empresa responsável pela organização de jogos da seleção brasileira na Europa, confirmou a realização do amistoso entre Brasil e Irlanda no dia 2 de março no Emirates Stadium, em Londres.
No estádio do Arsenal, o Brasil já atuou contra Itália, Argentina, Suécia, Portugal e Itália. O jogo será o primeiro da seleção irlandesa após a polêmica partida contra a França, pela repescagem para a Copa do Mundo-2010. No Stade de France, em jogada irregular de Henry na prorrogação, os franceses empataram por 1 a 1 e se classificaram para o Mundial.
O Brasil, que entrará em campo pela primeira vez em 2010 contra os irlandeses, utilizará a partida como início da preparação para a disputa do Mundial deste ano. A seleção está no grupo G, ao lado de Portugal, Costa do Marfim e Coreia do Norte.
Procurada pela reportagem do UOL Esporte, a assessoria de imprensa da CBF e a própria entidade ainda não confirmaram oficialmente a realização do amistoso contra a Irlanda. A entidade está em recesso.
No estádio do Arsenal, o Brasil já atuou contra Itália, Argentina, Suécia, Portugal e Itália. O jogo será o primeiro da seleção irlandesa após a polêmica partida contra a França, pela repescagem para a Copa do Mundo-2010. No Stade de France, em jogada irregular de Henry na prorrogação, os franceses empataram por 1 a 1 e se classificaram para o Mundial.
O Brasil, que entrará em campo pela primeira vez em 2010 contra os irlandeses, utilizará a partida como início da preparação para a disputa do Mundial deste ano. A seleção está no grupo G, ao lado de Portugal, Costa do Marfim e Coreia do Norte.
Procurada pela reportagem do UOL Esporte, a assessoria de imprensa da CBF e a própria entidade ainda não confirmaram oficialmente a realização do amistoso contra a Irlanda. A entidade está em recesso.
sábado, 2 de janeiro de 2010
Toques de Alma

As imagens são puro deslumbramento, como fazer caber na imaginação esses seres, vivendo ali ao lado, hoje ainda, tão magnificamente entrelaçados na Natureza?
A parte mais baixa do Vale de Omo, no sudoeste da Etiópia, isolada pelas montanhas etíopes ao norte, os pântanos do rio Nilo a oeste, e o deserto do Quênia, ao sul, é um dos lugares mais selvagens do planeta. Aprendo que o vale foi tombado pela UNESCO, para preservar a quantidade de achados arqueológicos encontrados na região, e não estou falando de artefatos, coisa recente, não. No subsolo do Vale do Omo escondem-se vestígios de nossos ancestrais, hominídeos de 4 milhões de anos!
O que me leva a imaginar que um dia, há milhões de anos, o vale deve ter sido uma espécie de esquina do mundo, onde se encontravam e conviviam humanos de todos os tipos, andarilhos caminhando pela terra recém-nascida. Uma espécie de Nova Iorque pré-histórica…
Nova Iorque, sim, porque ali até hoje convivem (e brigam) uma imensa variedade de grupos étnicos. Leio que numa área de menos do que 15 mil quilômetros quadrados, são faladas mais do que 10 línguas diferentes, fora os dialetos!
O fotógrafo alemão, passou muitos meses entre algumas destas tribos, os Mursi e os Surma, para compor seu Ethiopia: Peoples of the Omo Valley, dois grandes volumes com as fotos que você viu lá em cima e textos explicativos dos rituais e das artes envolvidas na confecção dessas obras de arte humanas.
Embora pareçam saídos de alguma “Semana de Moda” de Paris, embora exibam-se tão modernos diante de nossos olhos ávidos de “propostas” que nos chacoalhem a alma, esses povos estão ameaçados. Viver no vale é um exercício duro de sobrevivência, as mudanças climáticas alteram o regime dos rios, as diferenças transformam-se facilmente em guerras, os olhares estrangeiros dos turistas enchem de furos a trama delicada e frágil da existência.
Preservá-los, como? Incluí-los no quê? Somos tão arrogantes de achar que nosso jeito de viver é tão melhor que todos, você também não acha?
Deixá-los lá, cobertos com um manto de invisibilidade, brincarem com as folhas, as flores, os galhos e todas as cores do planeta!
Fred afirma que ficará no Fluminense em 2010

O contrato de Fred com o Fluminense termina apenas em 2014, mas toda vez que a janela de transferência abre, os torcedores do time tricolor não escondem a preocupação. O atacante, porém, tratou de colocar um ponto final no assunto. De malas prontas para sair de férias, ele garantiu que continua nas Laranjeiras em 2010.
"Dia 4 de janeiro estarei me reapresentando ao Fluminense e, por isso, o único uniforme novo que vou vestir será o da próxima temporada do Flu. O projeto é me juntar ao restante do grupo nesta data. Minha ideia é fazer uma grande temporada para ser o meu ano no futebol brasileiro", afirmou.
E a animação de Fred é tão grande que nem as recentes declarações do presidente Roberto Horcades sobre reduções de salários no elenco parecem ter chateado o jogador. O atacante, porém, mais uma vez pediu seriedade aos dirigentes do Fluminense no planejamento para a próxima temporada.
"Na verdade, o planejamento está indefinido ainda. Não mudou quase nada, pois várias coisas ainda estão sendo resolvidas. Mas também não tem como definir tudo em apenas uma semana. Espero esse comprometimento das pessoas que estão lá para que a gente não repita os erros deste ano", apontou o camisa 9.
17:50 - Automobilismo Dakar: Elisabete Jacinto vence 1ª etapa e lidera Africa Eco Race 2010

Elisabete Jacinto, aos comandos do MAN TGS do Team Oleoban Man Portugal,t riunfou esta tarde na 1ª etapa do Africa Eco Race, assumindo assim a liderança desta grande maratona africana de todo o terreno, que este ano partiu de Portimão. A piloto portuguesa, acompanhada de Álvaro Velhinho e Marco Cochinho, superou o Scania da equipa hungara liderada por Miklos Kovacs, com quem nateve animado duelo ao longo de todo o sector selectivo.
“O início da especial foi terrível. Os primeiros vinte quilómetros foram percorridos numa pista de montanha dificílima para os camiões. Houve alturas em que não sei como é que consegui passar. Suei imenso e cheguei a ver a coisa mal parada” começou por explicar Elisabete Jacinto.
“Chegados ao fim da subida, o resto do sector selectivo foi magnífico. Um planalto liso, sem valas, rápido, mas com um percurso bastante técnico, onde por várias vezes cheguei a atingir dos 140 km/h. Estava algum pó mas o vento ajudou e consegui chegar à traseira do Scania, que partiu um minuto à minha frente. Viemos assim até ao fim já que ele estava a imprimir um ritmo muito forte e era excusado forçar a ultrapassagem, o que iria ser sempre uma situação de risco. Estou muito satisfeita por começar o Africa Race com uma vitória, mas estamos apenas no começo de um longo e duro rali” salienta a piloto.
A primeira etapa, entre Nador e Borj Frissate incluia um sector selectivo de 145 kms e terminou directamente no acampamento, uma pequena fortificação absolutamente isolada e distante de qualquer povoação.
Classificações:
Auto: 1º Lethier/Lurquin (Buggy Schlesser), 1h53m28s; 2º Pelichet/Decre (Bowler Wildcat), a 15s.
Camiões: 1ºElisabete/Velhinho/Cochinho (MAN), 2h08m08s; 2º Kovacs/Czegledi/Toth (Scania), a 48s.
Na terceira etapa do Africa Eco Race, hoje disputada entre La Momie e Mrhimina (Marrocos), Elisabete Jacinto manteve a segunda posição devido a um acidente de percurso. O pneu traseiro do MAN TGS da piloto portuguesa explodiu e atrasou a equipa cerca de 30 minutos.
"Ainda voltámos a perder algum tempo quando, para procurar o melhor caminho, subimos a uma duna que parecia completamente inocente e ficámos atascados. O meu objectivo era ter atacado hoje a primeira posição, mas fica para amanhã. A prova ainda vai no princípio”, considerou contudo Elisabete Jacinto no final da etapa.
Em primeiro lugar na competição dos camiões, enncontra-se a equipa húngara de Miklos Kovacs, enquanto que, nos automóveis, Jean Louis Schlesser ganhou e passou para o comando da corrida.
Amanhã, a caravana deixa Mrhimina em direcção a Agadir onde domingo terá lugar a etapa de repouso. Antes disso, os participantes têm pela frente um sector selectivo de 300 kms.
A prova rivaliza com o mítico Rali Dakar, que começou hoje, e partiu terça-feira de Portimão, no Algarve, com chegada prevista à capital senegalesa a 10 de Janeiro. A segunda edição do rali africano conta com 44 pilotos, uma comitiva de 84 veículos e mais de 200 pessoas.
Acompanhada pelo navegador Álvaro Velhinho e pelo mecânico Marco Cochinho, Elisabete Jacinto participa pela primeira vez na Africa Eco Race, depois de ter disputado o Dakar em motos e camiões.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Kaká foi o número 1 do mundo em 2007, ídolo da torcida do Milan e agora do Real Madrid. Jogador consagrado, pentacampeão mundial, Kaká encarna à perfeição o espírito que caracteriza o atual grupo, o do prazer de defender a Seleção Brasileira que vai tentar o hexacampeonato na África do Sul em 2010.
Muito querido pelos companheiros, de quem tem respeito e admiração, Kaká é o exemplo bem definido de que na Seleção Basileira de Dunga não há lugar para estrelismos ou projetos individuais se sobrepondo ao interesse coletivo.
Kaká é e se comporta como mais um dos 22 integrantes do grupo onde se sente feliz e como se estivesse em casa. Tudo isso o craque conta nesta entrevista realizada no vestiário do estádio em Omã, no último amistoso de 2009, quanto traçou também os planos para este 2010 que está à porta com a Copa do Mundo da África do Sul
Copa do Mundo da África de 2010
A África do Sul construiu cinco novos estádios de futebol em preparação para a Copa do Mundo FIFA de 2010. Será a primeira vez da história do país que a região terá estádios especialmente dedicados ao futebol. Sob o antigo governo do apartheid, os estádios eram construídos exclusivamente para o rúgbi e o críquete.
A África do Sul tem pouca tradição no futebol, em 2002 participou da Copa da Coreia e Japão no grupo B, sendo eliminada na 1.ª fase da copa num grupo em que participavam as seleções da Espanha, da Eslovênia e do Paraguai, participou também da Copa de 1998, na França.
Uma delegação da FIFA completou uma primeira visita à África do Sul depois que o país foi escolhido como sede da Copa do Mundo de 2010. Os dirigentes disseram em seguida que vários aspectos técnicos e legais foram debatidos antes de os membros da FIFA deixarem o país.
"A FIFA está procurando cumprir todo o processo do país-sede o mais rápido possível e vai montar um escritório na África do Sul no início do ano que vem", disse Danny Jordaan, que encabeça o comitê local.
Um comitê de quatro homens, do qual Jordaan é um dos integrantes, foi composto para acertar a organização local.
Em meados de 2008, em virtude dos atrasos nos preparativos com a possibilidade da África do Sul não terminar a tempo as obras necessárias, especulou-se sobre a troca da sede da Copa. Foram cogitadas a Alemanha[1] que possuía toda a estrutura montada para a Copa do Mundo 2006,além da Espanha e Austrália.
Uma greve foi iniciada pelos operários sul-africanos no dia 8 de julho de 2009. Obras nos estádios, rodovias, ferrovias, aeroportos e hospitais foram interrompidas. Os operários pedem algo em torno de 15% de aumento salarial.[2] Os atrasos, que já eram evidentes podem ficar mais complicados com a greve. Representantes da organização do torneio admitem que o cronograma das obras pode sofrer alterações.
Assim como nos últimos mundiais, este ano a competição também terá a presença de 32 seleções, que foram classificadas através do processo eliminatório iniciado em 25 de agosto de 2007 e finalizado em novembro de 2009.
As vagas estão distribuídas pela confederação africana com seis vagas (incluindo o país-sede), asiática com quatro, norte-americana, centro-americana e caribenha com três, sul-americana com quatro e europeia com treze. A oceânica disputou uma vaga de repescagem com o quinto colocado das eliminatórias asiáticas. Há uma outra vaga de repescagem, que foi disputada entre o quinto colocado das eliminatórias sul-americanas e o quarto colocado das eliminatórias norte-americana, centro-americana e caribenha.
Neste mundial, as duas Coreias disputarão, pela primeira vez, uma mesma Copa do Mundo. Destaca-se também, a 19ª participação do Brasil no torneio, mantendo seu recorde de ser a única seleção a participar de todas as edições.
A África do Sul tem pouca tradição no futebol, em 2002 participou da Copa da Coreia e Japão no grupo B, sendo eliminada na 1.ª fase da copa num grupo em que participavam as seleções da Espanha, da Eslovênia e do Paraguai, participou também da Copa de 1998, na França.
Uma delegação da FIFA completou uma primeira visita à África do Sul depois que o país foi escolhido como sede da Copa do Mundo de 2010. Os dirigentes disseram em seguida que vários aspectos técnicos e legais foram debatidos antes de os membros da FIFA deixarem o país.
"A FIFA está procurando cumprir todo o processo do país-sede o mais rápido possível e vai montar um escritório na África do Sul no início do ano que vem", disse Danny Jordaan, que encabeça o comitê local.
Um comitê de quatro homens, do qual Jordaan é um dos integrantes, foi composto para acertar a organização local.
Em meados de 2008, em virtude dos atrasos nos preparativos com a possibilidade da África do Sul não terminar a tempo as obras necessárias, especulou-se sobre a troca da sede da Copa. Foram cogitadas a Alemanha[1] que possuía toda a estrutura montada para a Copa do Mundo 2006,além da Espanha e Austrália.
Uma greve foi iniciada pelos operários sul-africanos no dia 8 de julho de 2009. Obras nos estádios, rodovias, ferrovias, aeroportos e hospitais foram interrompidas. Os operários pedem algo em torno de 15% de aumento salarial.[2] Os atrasos, que já eram evidentes podem ficar mais complicados com a greve. Representantes da organização do torneio admitem que o cronograma das obras pode sofrer alterações.
Assim como nos últimos mundiais, este ano a competição também terá a presença de 32 seleções, que foram classificadas através do processo eliminatório iniciado em 25 de agosto de 2007 e finalizado em novembro de 2009.
As vagas estão distribuídas pela confederação africana com seis vagas (incluindo o país-sede), asiática com quatro, norte-americana, centro-americana e caribenha com três, sul-americana com quatro e europeia com treze. A oceânica disputou uma vaga de repescagem com o quinto colocado das eliminatórias asiáticas. Há uma outra vaga de repescagem, que foi disputada entre o quinto colocado das eliminatórias sul-americanas e o quarto colocado das eliminatórias norte-americana, centro-americana e caribenha.
Neste mundial, as duas Coreias disputarão, pela primeira vez, uma mesma Copa do Mundo. Destaca-se também, a 19ª participação do Brasil no torneio, mantendo seu recorde de ser a única seleção a participar de todas as edições.
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